Então disse eu: Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos. Isaías 6:5
JESUS A VERDADE QUE LIBERTA!
Anunciando o único que é capaz de libertar o ser humano da escravidão do pecado.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Publicado em 1 de Março de 2012 as 10:07:05 AM
Igreja Evangélica Assembléia de Deus - Recife / PE
Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais
Pastor Presidente: Ailton José Alves
Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro
- CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524
LIÇÃO 10 - UMA IGREJA VERDADEIRAMENTE PRÓSPERA
INTRODUÇÃO
Nesta lição iremos ver que a igreja não é uma
instituição humana feita com fins lucrativos, muito pelo contrário, ela é uma
instituição divina (Ef 3.9), que têm Cristo como fundamento (Mt 16.17,18) e o
Espírito Santo como mantenedor (Jo 14.16). Veremos que a sua natureza é
universal e local, que é una, santa e apostólica. Observaremos também que a
visão da Teologia da Prosperidade equivoca-se quanto a classificar a
prosperidade de uma igreja limitando apenas a obtenção de bens materiais e não
espirituais e eternos (Ef 1.3). Por fim, analisaremos o perfil das igrejas de
Esmirna e Laodicéia sob a ótica de Cristo.
I - CONCEITO DA PALAVRA IGREJA
“A palavra “igreja”, no grego, ekklesia, significa “chamados para fora”. Originalmente, os
cidadãos de uma cidade que eram chamados mediante o toque de uma trombeta, que
os convocava para se reunirem como assembleia em determinado local, a fim de
tratarem de assuntos comunitários. Da mesma forma, a Igreja é um grupo de
pessoas chamadas para fora do mundo, para formar um povo seleto, especial,
pertencer a Deus e serví-lo” (I Pe 2.9,10; I Ts 1.9). (Cabral, 2007, p. 5)
II - QUAL A
NATUREZA DA IGREJA
Como um organismo vivo, a Igreja de Cristo
possui uma natureza e/ou essência. A palavra de Deus nos mostra características
dessa natureza. Citaremos algumas:
A igreja é
universal e local. A igreja universal ou invisível é o conjunto de todos
os salvos em Cristo. É citada no Novo Testamento no singular - “igreja” nos
textos de (At 20.28; I Co 12.28; Ef 1.22; 5.27 I Tm 3.15; Hb 12.23). Já a
igreja local se trata da reuniãos dos fiéis em um local específico. A Bíblia
emprega o plural “igrejas”, a fim de referir-se às igrejas locais (At 9.31;
16.5; Rm 16.4; 16.19; II Co 8.1; Gl 1.2).
A igreja é
una. Apesar da igreja ser composta de vários membros (povos, tribos,
línguas e nações), sua unidade tanto local como universal é retratada
perfeitamente na figura de um corpo, pelo apóstolo Paulo (I Co 12.12,13; 27).
A igreja é
santa. Como vimos acima, a igreja é um povo “chamado para fora”. Isto diz
respeito a separação que a igreja deve ter em relação ao mundo. Jesus Cristo,
seu arquiteto, a santificou pelo seu sangue (Ef. 1.7;I Jo 1.7), por sua Palavra
(Jo 17.17/Ef 5.26) e pelo seu Espírito (Tt 3.5/Rm 8.1).
A igreja é
apostólica. A igreja de Cristo está fundamentada nos seus ensinos,
repassados pelos seus santos apóstolos - este é o seu fundamento (Ef 2.20). O
apóstolo Paulo reconhecia este sólido ensinamento como único, ao ponto de
alegar que se algum dos apóstolos ou até mesmo um anjo do céu pregasse outro
evangelho, deveria ser considerado maldito (Gl 1.8,9).
III -
CARACTERÍSTICAS DE UMA IGREJA PRÓSPERA
É extremamente equivocada a visão dos Teólogos
da Prosperidade, limitando-a apenas a obtenção de riquezas, principalmente sob
o ponto de vista do Cristianismo, que prega a valorização do ser mais que do
ter. No livro dos Atos dos Apóstolos encontramos evidências na igreja
primitiva, que atestam a verdadeira prosperidade daquela igreja - sua saúde
espiritual. Destacaremos aqui algumas características de uma igreja
verdadeiramente próspera, relatadas por Lucas:
3.1 Aquela que persevera na doutrina. A
palavra “doutrina” do gr. didache, denota ensinamento ou instrução. Jesus havia exortado aos seus
apóstolos que ensinassem aos que se tornassem discípulos (Mt 28.19,20). Eles
também haviam sido advertidos que “permanecer na palavra era a garantia de um
discípulado verdadeiro” (Jo 8.31). Fazendo assim, a igreja primitiva demonstrou
em seu viver diário apego ao que os apóstolos do Senhor ensinavam (At 2.42).
Isto a qualificou como uma igreja próspera, que não crescia apenas em
quantidade, mas em qualidade (At 2.41;47).
3.2 Aquela que persevera na comunhão. A
palavra “comunhão” vem um termo grego koinonya que envolve a ideia de participação, companheirismo e
contribuição. Teologicamente significa “Vínculo de unidade fraterna, mantido
pelo Espírito Santo, que leva os cristãos a se sentirem um só corpo em Cristo
Jesus” (II Co 13.13; I Jo 1.3). A comunhão também reflete a prosperidade de uma
igreja, pois mostra que apesar de ser composta por pessoas distintas é coesa
quanto a fé. É como um corpo que cresce de forma ajustada, pois está ligado,
segundo a cooperação de cada parte (Ef 4:16).
3.3 Aquela que persevera no partir do pão. A
expressão “partir do pão” diz respeito ao ritual sagrado da Ceia do Senhor, a
reunião mais solene da igreja, onde os membros reunidos celebram a morte do
Senhor até que venha, como ele assim ordenou (Lc 22.19). O corpo e o sangue de
Cristo simbolizados no pão e no vinho deveriam ser ingeridos com temor e
reverência pela comunidade cristã (I Co 11.27,28). A celebração em si deveria
ser realizada em amor e comunhão, como demonstração da vida saudável da igreja.
3.4 Aquela que persevera nas orações. A
prática da oração persistente e fervorosa também é a marca de uma igreja
realmente próspera. Pois, a oração é um recurso eficaz (Tg 5.16); é o único
meio de comunicação com Deus (Jr 33.3); e é também uma arma defensiva e
ofensiva (Ef 6.18). Os cristãos primitivos demonstravam uma vida próspera
porque viviam em constante oração (At 1.14; 2.42; 3.1; 4.31).
IV - A
PROSPERIDADE DE ESMIRNA E A POBREZA DE LAODICÉIA
A prosperidade de uma igreja não deve ser
aferida e/ou avaliada pelos templos suntuosos que constrói, ou pelos caros
automóveis que seus membros possuem, muito pelo contrário, a definição de uma
igreja realmente próspera como já temos visto, ultrapassa o material. Vejamos
sob a ótica de Cristo a definição de pobreza e riqueza, nas igrejas de Esmirna
e Laodicéia.
4.1 A igreja de Esmirna:
Chamada de
coroa da Ásia. Atualmente conhecida como “Izmir”;
Seu nome
significa “mirra”, que é uma substância cheirosa, porém extremamente amargosa,
que por certo retrata as duas condições da igreja: aprovada (Ap 2.9), porém
provada (Ap 2.10);
Tinha obras
(Ap 2.8);
Sofria
tribulação (Ap 2.8);
Era pobre,
porém rica (Ap 2.8): como podemos ver essa declaração parece uma contradição.
Como pode alguém ser pobre, porém rico? Está claro que embora fossem pobres em
termos materiais, esses cristãos desfrutavam de uma valiosíssima riqueza
espiritual (Ap 2.9). Aqueles que ensinam que a espiritualidade obrigatoriamente
deve trazer riqueza, se esquecem de mencionar que a riqueza muitas vezes produz
a decadência espiritual (Mt 6.24; Lc 16.13; I Tm 6.10).
4.2 A igreja de Laodicéia:
Este nome foi
dado a cidade por Antíoco II em homenagem a sua esposa Laodice;
Tornou-se o
mais saudável e importante centro comercial da região. Era principalmente
conhecida por três atividades comerciais: bancária, lã e medicina;
Tinha obras
(Ap 3.14);
Era
espiritualmente morna (Ap 3.14);
Era rica,
porém pobre (Ap 3.17): como podemos perceber, a igreja de Laodicéia
encontrava-se numa situação oposta a de Esmirna. O conceito dos cristãos desta
igreja sobre prosperidade era equivocado aos olhos de Cristo, pois ele os
adverte dizendo: “como dizes“, no entanto ouvem dele “e não sabes que és“.
Percebe-se nitidamente aqui a grande diferença entre o ter e o ser. O
materialismo presente na cidade afetou a igreja ao ponto dela gloriar-se no que
financeiramente possuía: bancos abarrotados de dinheiro, mas era pobre; tinham
lã para fabricar roupas, todavia estavam nus; e sua medicina estava tão
avançada que criou um tipo de colírio, que trazia cura para algumas doenças dos
olhos, entretanto eram cegos. Por fim, sua espiritualidade morna, era tão
insuportável para Cristo como suas águas mornas eram para o consumo.
CONCLUSÃO
É necessário entender que nem a pobreza nem a
riqueza caracterizam a prosperidade de uma igreja. Muito pelo contrário, a
verdadeira riqueza de uma igreja, do ponto de vista divino, encontra-se numa fé
verdadeira, que é mais preciosa que o ouro (I Pe 1.7); em vestes espirituais
brancas (Ap 19.8); e por fim, na abertura dos olhos espirituais pela revelação
da Palavra e do Espírito (Sl 19.8/Ef 1.8).
REFERÊNCIAS
MACARTHUR. Bíblia
de Estudo. CPAD.
ANDRADE,
Claudionor de. Dicionário Teológico. CPAD.
ARRINGTON, French L.; STRONSTAD, Roger. Comentário Bíblico Pentecostal. CPAD.
CABRAL,
Elienai. Lições Bíblicas: a Igreja e a sua missão. CPAD.
INTRODUÇÃO
Nesta lição iremos ver que a igreja não é uma instituição humana feita com fins lucrativos, muito pelo contrário, ela é uma instituição divina (Ef 3.9), que têm Cristo como fundamento (Mt 16.17,18) e o Espírito Santo como mantenedor (Jo 14.16). Veremos que a sua natureza é universal e local, que é una, santa e apostólica. Observaremos também que a visão da Teologia da Prosperidade equivoca-se quanto a classificar a prosperidade de uma igreja limitando apenas a obtenção de bens materiais e não espirituais e eternos (Ef 1.3). Por fim, analisaremos o perfil das igrejas de Esmirna e Laodicéia sob a ótica de Cristo.
I - CONCEITO DA PALAVRA IGREJA
“A palavra “igreja”, no grego, ekklesia, significa “chamados para fora”. Originalmente, os cidadãos de uma cidade que eram chamados mediante o toque de uma trombeta, que os convocava para se reunirem como assembleia em determinado local, a fim de tratarem de assuntos comunitários. Da mesma forma, a Igreja é um grupo de pessoas chamadas para fora do mundo, para formar um povo seleto, especial, pertencer a Deus e serví-lo” (I Pe 2.9,10; I Ts 1.9). (Cabral, 2007, p. 5)
Como um organismo vivo, a Igreja de Cristo possui uma natureza e/ou essência. A palavra de Deus nos mostra características dessa natureza. Citaremos algumas:
É extremamente equivocada a visão dos Teólogos da Prosperidade, limitando-a apenas a obtenção de riquezas, principalmente sob o ponto de vista do Cristianismo, que prega a valorização do ser mais que do ter. No livro dos Atos dos Apóstolos encontramos evidências na igreja primitiva, que atestam a verdadeira prosperidade daquela igreja - sua saúde espiritual. Destacaremos aqui algumas características de uma igreja verdadeiramente próspera, relatadas por Lucas:
3.1 Aquela que persevera na doutrina. A palavra “doutrina” do gr. didache, denota ensinamento ou instrução. Jesus havia exortado aos seus apóstolos que ensinassem aos que se tornassem discípulos (Mt 28.19,20). Eles também haviam sido advertidos que “permanecer na palavra era a garantia de um discípulado verdadeiro” (Jo 8.31). Fazendo assim, a igreja primitiva demonstrou em seu viver diário apego ao que os apóstolos do Senhor ensinavam (At 2.42). Isto a qualificou como uma igreja próspera, que não crescia apenas em quantidade, mas em qualidade (At 2.41;47).
3.2 Aquela que persevera na comunhão. A palavra “comunhão” vem um termo grego koinonya que envolve a ideia de participação, companheirismo e contribuição. Teologicamente significa “Vínculo de unidade fraterna, mantido pelo Espírito Santo, que leva os cristãos a se sentirem um só corpo em Cristo Jesus” (II Co 13.13; I Jo 1.3). A comunhão também reflete a prosperidade de uma igreja, pois mostra que apesar de ser composta por pessoas distintas é coesa quanto a fé. É como um corpo que cresce de forma ajustada, pois está ligado, segundo a cooperação de cada parte (Ef 4:16).
3.3 Aquela que persevera no partir do pão. A expressão “partir do pão” diz respeito ao ritual sagrado da Ceia do Senhor, a reunião mais solene da igreja, onde os membros reunidos celebram a morte do Senhor até que venha, como ele assim ordenou (Lc 22.19). O corpo e o sangue de Cristo simbolizados no pão e no vinho deveriam ser ingeridos com temor e reverência pela comunidade cristã (I Co 11.27,28). A celebração em si deveria ser realizada em amor e comunhão, como demonstração da vida saudável da igreja.
3.4 Aquela que persevera nas orações. A prática da oração persistente e fervorosa também é a marca de uma igreja realmente próspera. Pois, a oração é um recurso eficaz (Tg 5.16); é o único meio de comunicação com Deus (Jr 33.3); e é também uma arma defensiva e ofensiva (Ef 6.18). Os cristãos primitivos demonstravam uma vida próspera porque viviam em constante oração (At 1.14; 2.42; 3.1; 4.31).
A prosperidade de uma igreja não deve ser aferida e/ou avaliada pelos templos suntuosos que constrói, ou pelos caros automóveis que seus membros possuem, muito pelo contrário, a definição de uma igreja realmente próspera como já temos visto, ultrapassa o material. Vejamos sob a ótica de Cristo a definição de pobreza e riqueza, nas igrejas de Esmirna e Laodicéia.
4.1 A igreja de Esmirna:
É necessário entender que nem a pobreza nem a riqueza caracterizam a prosperidade de uma igreja. Muito pelo contrário, a verdadeira riqueza de uma igreja, do ponto de vista divino, encontra-se numa fé verdadeira, que é mais preciosa que o ouro (I Pe 1.7); em vestes espirituais brancas (Ap 19.8); e por fim, na abertura dos olhos espirituais pela revelação da Palavra e do Espírito (Sl 19.8/Ef 1.8).
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
DEUS EXISTE?
A tempos que fico a meditar nesse tema:
DEUS existe?
No momento sabemos que a teoria, ou as teorias da evolução, tem tomado o espaço em instituições educacionais que não professam a fé cristã.
A cada dia, alguém querendo ficar afamado na sociedade por questionar a existência de DEUS, tem aumentado consideravelmente.
Tais pessoas formulam teorias e mais teorias, até mesmo forjam provas como muitas mesmo já desmascaradas, tipo: eles o “Homem de Java”, o “Hesperopithecus”, o “Homem de Pitdown” e até o “Homem de Neandertal”.
Mesmo diante de suas fantasias enlouquecidas, ficam sem respostas a simples questionamentos por parte de criacionistas.
Apenas eles são donos da verdade, o que os outros, criacionistas, defendem não tem valores.
Mas, a algum tempo que tenho meditado, e indago aqui e agora.
Se DEUS não existe, para os evolucionistas, por que eles insistem em querer provar a inesistência de DEUS? Ora por que perder tempo e dinheiro, querendo provar a inexistência de algo que eles mesmo não acreditam?
Fica aqui essa pergunta, e aguardando resposta de alguém que queira dar um parecer.
DEUS existe?
No momento sabemos que a teoria, ou as teorias da evolução, tem tomado o espaço em instituições educacionais que não professam a fé cristã.
A cada dia, alguém querendo ficar afamado na sociedade por questionar a existência de DEUS, tem aumentado consideravelmente.
Tais pessoas formulam teorias e mais teorias, até mesmo forjam provas como muitas mesmo já desmascaradas, tipo: eles o “Homem de Java”, o “Hesperopithecus”, o “Homem de Pitdown” e até o “Homem de Neandertal”.
Mesmo diante de suas fantasias enlouquecidas, ficam sem respostas a simples questionamentos por parte de criacionistas.
Apenas eles são donos da verdade, o que os outros, criacionistas, defendem não tem valores.
Mas, a algum tempo que tenho meditado, e indago aqui e agora.
Se DEUS não existe, para os evolucionistas, por que eles insistem em querer provar a inesistência de DEUS? Ora por que perder tempo e dinheiro, querendo provar a inexistência de algo que eles mesmo não acreditam?
Fica aqui essa pergunta, e aguardando resposta de alguém que queira dar um parecer.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Bem aventurado...
Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus; | ||
| Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados; | ||
| Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra; | ||
| Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos; | ||
| Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia; | ||
| Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus; | ||
| Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus; | ||
| Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus; | ||
| Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. | ||
quarta-feira, 27 de maio de 2009
1 João 1:1-10

1 Estamos escrevendo a vocês a respeito da Palavra da vida, que existiu desde a criação do mundo. Nós a ouvimos e com os nossos próprios olhos a vimos. De fato, nós a vimos, e as nossas mãos tocaram nela.
2 Quando essa vida apareceu, nós a vimos. É por isso que agora falamos dela e anunciamos a vocês a vida eterna que estava com o Pai e que nos foi revelada.
3 Contamos a vocês o que vimos e ouvimos para que vocês estejam unidos conosco, assim como nós estamos unidos com o Pai e com Jesus Cristo, o seu Filho.
4 Escrevemos isso para que a nossa alegria seja completa.
5 A mensagem que Cristo nos deu e que anunciamos a vocês é esta: Deus é luz, e não há nele nenhuma escuridão.
6 Portanto, se dizemos que estamos unidos com Deus e ao mesmo tempo vivemos na escuridão, então estamos mentindo com palavras e ações.
7 Porém, se vivemos na luz, como Deus está na luz, então estamos unidos uns com os outros, e o sangue de Jesus, o seu Filho, nos limpa de todo pecado.
8 Se dizemos que não temos pecados, estamos nos enganando, e não há verdade em nós.
9 Mas, se confessarmos os nossos pecados a Deus, ele cumprirá a sua promessa e fará o que é certo: Ele perdoará os nossos pecados e nos limpará de toda maldade.
10 Se dizemos que não temos cometido pecados, fazemos de Deus um mentiroso, e a sua mensagem não está em nós.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
| 1 | Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. | |
| 2 | Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto. | |
| 3 | Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado. | |
| 4 | Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim. | |
| 5 | Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. | |
| 6 | Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem. | |
| 7 | Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito. | |
| 8 | Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos. | |
| 9 | Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor. | |
| 10 | Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor. | |
| 11 | Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo. | |
| 12 | O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. | |
| 13 | Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. | |
| 14 | Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. | |
| 15 | Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer. | |
| 16 | Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda. | |
| 17 | Isto vos mando: Que vos ameis uns aos outros. | |
| 18 | Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim. | |
| 19 | Se vós fósseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia. | |
| 20 | Lembrai-vos da palavra que vos disse: Não é o servo maior do que o seu senhor. Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós; se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa. | |
| 21 | Mas tudo isto vos farão por causa do meu nome, porque não conhecem aquele que me enviou. | |
| 22 | Se eu não viera, nem lhes houvera falado, não teriam pecado, mas agora não têm desculpa do seu pecado. | |
| 23 | Aquele que me odeia, odeia também a meu Pai. | |
| 24 | Se eu entre eles não fizesse tais obras, quais nenhum outro tem feito, não teriam pecado; mas agora, viram-nas e me odiaram a mim e a meu Pai. | |
| 25 | Mas é para que se cumpra a palavra que está escrita na sua lei: Odiaram-me sem causa. | |
| 26 | Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim. | |
| 27 | E vós também testificareis, pois estivestes comigo desde o princípio. | |
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